Três perfis construídos a partir de dados reais: o que elas sentem, como procuram ajuda no Google, o que as faz hesitar e o que faz escolherem você.
Cada afirmação vem de uma destas quatro fontes. Onde não havia dado, o campo ficou em branco — e está sinalizado como tal.
Perguntas que mulheres fazem publicamente sobre menopausa, peso, cansaço e longevidade — na linguagem exata delas.
18 do seu perfil e 76 dos três consultórios de geriatria mais bem posicionados em São Paulo.
Perfil completo de cada um: categorias, descrição, fotos, respostas a avaliações e posicionamento.
Quando comparamos as avaliações do seu consultório com as dos outros geriatras de São Paulo, apareceu uma diferença que muda a estratégia inteira: as pessoas que escrevem sobre eles não são as pessoas que escrevem sobre você.
Quem escreve é o filho ou o neto. "Minha avó foi diagnosticada com demência", "cuidou do meu pai nos cuidados paliativos", "minha mãe está caindo muito".
Quem escreve é a própria paciente. "Meu ciclo 40+ se tornou muito mais leve", "estava enfrentando os sintomas da menopausa", "somos muito bem cuidadas".
São duas audiências completamente diferentes dentro da mesma especialidade. E o espaço que você ocupa — medicina de longevidade para mulheres a partir dos 40 — não está sendo disputado por nenhum dos cinco concorrentes analisados.
O corpo que sempre deu conta parou de responder. Ganhou peso sem mudar a rotina, perdeu força, dorme mal e sente uma névoa mental que atrapalha reuniões nas quais antes brilhava. Cada sintoma, isolado, parece rotina puxada. Juntos, formam um quadro que ninguém nomeou ainda — e ela já ouviu de mais de um médico que os exames estão normais.
Ela começa a duvidar da própria competência profissional no exato momento da carreira em que tem mais responsabilidade. O medo não é envelhecer. É perder o lugar que levou vinte anos para construir — e não conseguir explicar para ninguém por quê.
Um marcador concreto que ela não consegue mais atribuir ao cansaço: a roupa que não fecha, um exame de rotina alterado, ou a segunda noite seguida acordando às 3h.
É a única da região que trata o quadro inteiro numa consulta só, com qualificação formal em três áreas — Clínica Médica, Geriatria e Medicina da Dor — em vez de interesse declarado pelo tema. A consulta longa e o acesso à enfermagem durante a semana respondem à queixa que ela repete há anos: ninguém tem tempo de ouvir a história inteira. E a comunicação fala com ela, não com a mãe dela.
Saiu da gestação com peso que não cede, exaustão que o sono não resolve e um diagnóstico recente — pré-diabetes, diabetes gestacional ou resistência à insulina — que a assustou. Já passou por endocrinologista, nutrólogo e nutricionista, e acumulou prescrições que não conversam entre si.
Ela se convence de que o problema é falta de disciplina dela, e não um quadro clínico. Isso alimenta um ciclo de tentativa e culpa que a afasta de procurar ajuda de novo.
Você trata a causa metabólica em vez de prescrever mais uma medicação — e tem Nutrologia e Endocrinologia somadas à formação em Clínica Médica, o que sustenta essa leitura. O caso de pré-diabetes revertido aos 47 é a prova exata dessa dor. E a enfermagem disponível durante a semana responde ao maior medo dela: começar mais um protocolo e ficar sozinha no meio do caminho.
Desempenho cognitivo e físico caindo num momento em que a exigência é máxima. Percebe queda de foco em reuniões longas, recuperação mais lenta do treino e sono que não restaura.
Manter performance cerebral e física pela próxima década sem reduzir o ritmo — e ser percebido como alguém que envelhece melhor que os pares.
Ele apareceu na nossa reunião de planejamento, quando você mencionou tratamento de alta performance para CEOs. Mas ele é o único dos três que não aparece em nenhuma das 94 avaliações analisadas — não há ainda um paciente desse perfil que tenha deixado registro público.
E há um custo em persegui-lo agora: todo o restante da estratégia — o nome do perfil no Google, as categorias, a descrição, os textos — está construído em torno da mulher a partir dos 40. Falar com dois públicos no mesmo lugar enfraquece o sinal que faz o Google entender quem você é, e foi justamente esse sinal que a análise apontou como o fator decisivo de posicionamento.
Nossa recomendação: manter o Marcos fora do perfil do Google e do site principal por enquanto, trabalhando-o só no LinkedIn e por indicação, até existir base de casos e avaliações desse perfil.
O planejamento está pronto para a próxima fase. Estes três pontos precisam da sua palavra antes de seguirmos.
Nossa recomendação é deixá-lo no LinkedIn e nas indicações, fora do Google e do site, até haver casos e avaliações desse público. Precisamos da sua decisão.
Seu site menciona Acupuntura e uma pós em Endocrinologia em andamento. O briefing informa pós concluída em Endocrinologia e Nutrologia, com Medicina do Esporte em curso. Qual é a versão correta? O Google compara essas informações entre site, perfil e LinkedIn para avaliar autoridade — elas precisam ser idênticas.
Temos o valor da consulta. Para cadastrar os programas no perfil do Google com preço — o que nenhum concorrente faz — precisamos dos valores de cada um.